Voltar para a página inicial Terapia de casal

Terapia de Casal em Porto Alegre

Quando a comunicação trava, o desejo esfria, ou as mesmas brigas se repetem em loop, a terapia de casal oferece um espaço estruturado para reconstruir o que ficou difícil — com método, e sem julgamento de nenhum dos dois lados.

CRPRS: 07/24206
Atendimento Presencial & Online

Quando procurar terapia de casal

O melhor momento para começar terapia de casal não é quando o relacionamento está à beira do fim — é antes disso. Casais que chegam quando o desgaste ainda é tratável têm muito mais chance de transformar a relação. Mas mesmo casais em crise séria podem reconstruir, desde que os dois estejam genuinamente disponíveis para o processo.

Procuram terapia de casal pessoas que percebem que entram nas mesmas brigas há meses ou anos sem chegar a lugar nenhum, que sentem que o desejo e o afeto esfriaram, que viveram uma traição e querem decidir se vale tentar reconstruir, que se preparam para morar junto ou ter filhos, que estão lidando com diferenças culturais, financeiras ou de família, ou que simplesmente sentem que estão se afastando sem entender o porquê.

Como funciona uma sessão de casal

A terapia começa com uma sessão de avaliação a três: você, seu parceiro e eu. Conversamos sobre como vocês se conheceram, como o relacionamento evoluiu, o que está difícil agora e o que cada um deseja deste processo. Em alguns casos, faço uma sessão individual com cada um logo no início, para entender perspectivas com mais profundidade — sempre mantendo um pacto claro: o que é dito em individual pode ser trazido para a sessão conjunta, mas com seu consentimento.

A partir dali, o trabalho é estruturado em torno dos pontos que vocês definem juntos como prioridade. Pode ser comunicação (parar de entrar em ataque-defesa), pode ser intimidade (reconectar afeto e desejo), pode ser tomada de decisões (como dividir tarefas, finanças, tempo). Eu não escolho lados. Meu papel é ajudar os dois a se entenderem melhor e construírem habilidades novas — e isso muitas vezes envolve apontar padrões que nenhum dos dois enxergava sozinho.

Sessões duram 60 minutos (mais longas que individuais) e geralmente acontecem a cada 7 a 14 dias. A frequência diminui conforme o casal ganha autonomia para usar fora do consultório o que aprende dentro dele.

Temas que costumamos trabalhar

  • Comunicação: sair do ciclo crítica → defensiva → distanciamento. Aprender a falar de necessidades sem ataque.
  • Confiança e ciúme: tanto após uma quebra de confiança quanto em padrões de ciúme excessivo sem causa concreta.
  • Sexualidade e intimidade: diferenças de desejo, perda de intimidade, conversa difícil sobre fantasias e necessidades.
  • Filhos e família estendida: diferenças no estilo parental, conflitos com sogros, divisão de tarefas com bebês ou adolescentes.
  • Finanças e projetos: objetivos diferentes, alguém se sentindo sustentando o outro, decisões grandes (mudar de cidade, comprar casa).
  • Reconstrução pós-traição: avaliar se vale tentar, e como tentar de forma sustentável quando os dois decidem seguir.
  • Decisão sobre término: quando o processo serve para concluir com clareza que o relacionamento chegou ao fim, com menos dor para ambos.

Casais LGBTQIA+, abertos e não convencionais

Atendo casais de qualquer configuração sem julgamento. Casais homossexuais, casais em relação aberta ou poliamor, casais em fases diferentes da vida, casais com diferenças religiosas ou culturais marcantes — todos têm espaço aqui. A terapia respeita o modelo de relacionamento que vocês escolheram. O trabalho é fortalecer o que vocês construíram, não enquadrar vocês em um modelo.

Atendimento em Porto Alegre e online

Presencialmente, a terapia acontece na Clínica Atento Olhar, na Rua Felipe Neri, 148, sala 404, em Porto Alegre. Para casais em que cada parceiro está em uma cidade, ou que viajam muito, atendo em formato online — os dois conectam de telas separadas ou da mesma tela, conforme a logística. O resultado clínico é equivalente.

Para questões individuais que aparecem ao longo do processo, conheça também a página sobre Terapia Cognitivo-Comportamental ou sobre sexualidade na terapia.

Querem tentar? Comecem com uma conversa.

A primeira sessão serve para entender se o processo faz sentido para os dois. Sem compromisso de continuidade.

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